Este blog é destinado a todas as pessoas que encontram em pequenas coisas a alegria de viver, e sabem agradecer a Deus por este don!
sábado, 19 de abril de 2008
Palavras ao vento
Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão que o rapaz acabou sendo preso! Dias depois descobriram que era inocente. O rapaz foi solto e processou o homem. No tribunal, o velho diz ao juiz:- Comentários não causam tanto mal, senhor juiz...E o juiz responde:- Escreva os comentários que o senhor fez num papel, depois pique-o e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença.O senhor obedeceu e voltou no dia seguinte. Antes da sentença, o juiz diz:- O senhor terá de catar todos os pedaços de papel que espalhou ontem.O velho responde:- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão.O juiz então diz:- Assim, desta mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos mais consertar o mal. Que lhe sirva a lição.E ministrou-lhe uma pena de prisão.
A arte de envelhecer
Dizem que saber envelhecer é o mesmo que produzir uma obra de arte no dia-a-dia. E verdade, pois as coisas não acontecem da noite para o dia. De forma natural, no decorrer da vida, vamos nos encaixando a elas e modificando nosso modo de ser, mesmo sem querer. Entender que a velhice está implícita na juventude, da mesma forma que a morte na vida, é uma maneira de aceitar os aspectos opostos da existência. O segredo do saber envelhecer é conservar a auto-estima, continuando a ser interessante para si próprio e para os outros. Amar a vida, as pessoas, alimentar sonhos, ocupar a mente com alguma atividade são excelentes formas de manter-se emocionalmente equilibrado.
Dizem os geriatras que as pessoas devem fazer exercícios físicos e mentais em todas as fases da vida, cuidando do corpo com uma alimentação sadia, sem excessos, sem abusos, exercitando-se com algum trabalho, mesmo quando aposentadas. Assim, é evidente que com a idade deve haver uma evolução: mudança de hábitos, formas de se comportar, se vestir etc.
É importante, ainda, cultivar as amizades, acompanhar o crescimento e a mudança dos jovens, sem o isolamento próprio de quem se acha fora de época. O elemento fundamental para isso é manter o interesse pela vida e continuar amando. Raramente quem teve muitos amigos, doou muito de si e se preocupou com os outros termina sua vida sozinho. Por isso, buscar novas amizades, inclusive jovens, permite um contínuo renovar-se. O mundo de hoje é muito agressivo e, se a pessoa não se coloca dentro dele, acaba marginalizada por seu próprio modo de vida.
A maior sabedoria não está em saber envelhecer, mas em como viver, de forma sábia, o dia-a-dia. É uma decorrência natural, pois geralmente não sentimos que estamos envelhecendo e não nos consideramos velhos quando atingimos uma idade mais madura.O ser humano normal gosta de viver, de participar, de trocar experiências, enriquecendo a si e aos outros. O importante é não julgar que já não se pode curtir as coisas boas que a vida oferece, porque a velhice chegou. À medida que a pessoa caminha em idade, não apenas enriquece a cabeça, o espírito. De certa forma, construiu alguma coisa. É hora, então, de curtir suas realizações. Como? Sendo o mais natural possível.
As pessoas excessivamente vaidosas, quando envelhecem, não querem fazer mais nada, porque se julgam velhas. Outras, por pequenos achaques físicos, se acham no fim. Há também as que se refugiam atrás das dores para justificar seu afastamento social. Quem, sem causa justificada, se deixa abater quando envelhece jamais viveu com garra e entusiasmo a própria vida.
A preparação para a velhice acontece ao longo da vida: vivendo. Ninguém pára para dizer que fez 50, 60 ou 70 anos. Os anos vão se sucedendo no nosso fazer, descobrir, curtir, viver. Na terceira idade, a pessoa ama da mesma forma, só que valoriza bem mais a qualidade do que a quantidade das coisas. Por isso é possível curtir tudo com mais intensidade.
Da mesma forma que se educa uma criança desde o dia em que nasce para ser honesta, equilibrada e trabalhadora, educamo-nos diariamente para a velhice, conhecendo-nos melhor, usando como bandeira as próprias qualidades, discernindo os atos pessoais, e tentando ver onde estão as falhas para corrigi-las, sem lhes passar um spray. Ávida se renova a cada dia, e é preciso acompanhá-la. Quem não se interessa por isso é velho, mesmo que tenha 20 anos de idade.
A pessoa envelhece mantendo e acentuando suas próprias características. Quem normalmente é neurastênico, será um velho chato e insuportável, pois sem as censuras normais das outras idades, mostrará com mais naturalidade sua irritabilidade. Ao contrário, quem é dócil, manso, será um velhinho doce, que agrada a todo mundo. Basta observar as pessoas que vivem ao nosso lado. Nesse particular, entra muito, também, a forma como a pessoa aceitou as oportunidades de crescimento que a vida lhe ofereceu.
A idade madura e a velhice evidenciam a experiência. Saliento a sabedoria de minha mãe ao dizer que ela não é velha, é antiga. O antigo tem valor cultural, de conhecimento, experiência, beleza, sabedoria, história. Assim deveriam ser considerados os nossos velhos, por nós e pela sociedade.
Dizem os geriatras que as pessoas devem fazer exercícios físicos e mentais em todas as fases da vida, cuidando do corpo com uma alimentação sadia, sem excessos, sem abusos, exercitando-se com algum trabalho, mesmo quando aposentadas. Assim, é evidente que com a idade deve haver uma evolução: mudança de hábitos, formas de se comportar, se vestir etc.
É importante, ainda, cultivar as amizades, acompanhar o crescimento e a mudança dos jovens, sem o isolamento próprio de quem se acha fora de época. O elemento fundamental para isso é manter o interesse pela vida e continuar amando. Raramente quem teve muitos amigos, doou muito de si e se preocupou com os outros termina sua vida sozinho. Por isso, buscar novas amizades, inclusive jovens, permite um contínuo renovar-se. O mundo de hoje é muito agressivo e, se a pessoa não se coloca dentro dele, acaba marginalizada por seu próprio modo de vida.
A maior sabedoria não está em saber envelhecer, mas em como viver, de forma sábia, o dia-a-dia. É uma decorrência natural, pois geralmente não sentimos que estamos envelhecendo e não nos consideramos velhos quando atingimos uma idade mais madura.O ser humano normal gosta de viver, de participar, de trocar experiências, enriquecendo a si e aos outros. O importante é não julgar que já não se pode curtir as coisas boas que a vida oferece, porque a velhice chegou. À medida que a pessoa caminha em idade, não apenas enriquece a cabeça, o espírito. De certa forma, construiu alguma coisa. É hora, então, de curtir suas realizações. Como? Sendo o mais natural possível.
As pessoas excessivamente vaidosas, quando envelhecem, não querem fazer mais nada, porque se julgam velhas. Outras, por pequenos achaques físicos, se acham no fim. Há também as que se refugiam atrás das dores para justificar seu afastamento social. Quem, sem causa justificada, se deixa abater quando envelhece jamais viveu com garra e entusiasmo a própria vida.
A preparação para a velhice acontece ao longo da vida: vivendo. Ninguém pára para dizer que fez 50, 60 ou 70 anos. Os anos vão se sucedendo no nosso fazer, descobrir, curtir, viver. Na terceira idade, a pessoa ama da mesma forma, só que valoriza bem mais a qualidade do que a quantidade das coisas. Por isso é possível curtir tudo com mais intensidade.
Da mesma forma que se educa uma criança desde o dia em que nasce para ser honesta, equilibrada e trabalhadora, educamo-nos diariamente para a velhice, conhecendo-nos melhor, usando como bandeira as próprias qualidades, discernindo os atos pessoais, e tentando ver onde estão as falhas para corrigi-las, sem lhes passar um spray. Ávida se renova a cada dia, e é preciso acompanhá-la. Quem não se interessa por isso é velho, mesmo que tenha 20 anos de idade.
A pessoa envelhece mantendo e acentuando suas próprias características. Quem normalmente é neurastênico, será um velho chato e insuportável, pois sem as censuras normais das outras idades, mostrará com mais naturalidade sua irritabilidade. Ao contrário, quem é dócil, manso, será um velhinho doce, que agrada a todo mundo. Basta observar as pessoas que vivem ao nosso lado. Nesse particular, entra muito, também, a forma como a pessoa aceitou as oportunidades de crescimento que a vida lhe ofereceu.
A idade madura e a velhice evidenciam a experiência. Saliento a sabedoria de minha mãe ao dizer que ela não é velha, é antiga. O antigo tem valor cultural, de conhecimento, experiência, beleza, sabedoria, história. Assim deveriam ser considerados os nossos velhos, por nós e pela sociedade.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Viver o Amor
Todos nós, quando decidimos nos comprometer com Deus, automaticamente, nos comprometemos com algo muito importante: viver o Amor.
Essa, sem dúvida nenhuma, é a grande tarefa e o enorme compromisso daquele que se diz cristão. São João em sua epístola, nos alerta dizendo que quem não ama o seu próximo nunca poderá amar o Senhor, e ainda complementa afirmando que Deus é Amor.
Buscar Deus é buscar viver o Amor. São João quando diz: Deus é Amor, não está nos mostrando uma qualidade ou uma característica de Deus, mas sim a identidade de Deus. Ou seja, Deus não tem amor, mas sim é amor. No Amor se encontra Deus e em Deus se encontra Amor.
Por isso, buscar alcançar um contato com Deus, sem buscar estar em paz com o próximo é utopia. O amor é a "ferramenta fundamental" para alcançarmos a santidade que Deus nos pede.
Amar não é fácil! Requer de todos nós compromisso, desapego, sacrifícios... Enfim, amar é doar-se, não se importando consigo mesmo, mas sim com aquele que está ao nosso lado, independente de raça, religião, classe social, cultura...
Logo, amar é um grande desafio! Deus deseja que amemos e que busquemos a unidade fraterna, pois só assim poderemos chegar ao fim de nossa caminhada na plenitude e na glória do Senhor. Busquemos o amor!!!
Essa, sem dúvida nenhuma, é a grande tarefa e o enorme compromisso daquele que se diz cristão. São João em sua epístola, nos alerta dizendo que quem não ama o seu próximo nunca poderá amar o Senhor, e ainda complementa afirmando que Deus é Amor.
Buscar Deus é buscar viver o Amor. São João quando diz: Deus é Amor, não está nos mostrando uma qualidade ou uma característica de Deus, mas sim a identidade de Deus. Ou seja, Deus não tem amor, mas sim é amor. No Amor se encontra Deus e em Deus se encontra Amor.
Por isso, buscar alcançar um contato com Deus, sem buscar estar em paz com o próximo é utopia. O amor é a "ferramenta fundamental" para alcançarmos a santidade que Deus nos pede.
Amar não é fácil! Requer de todos nós compromisso, desapego, sacrifícios... Enfim, amar é doar-se, não se importando consigo mesmo, mas sim com aquele que está ao nosso lado, independente de raça, religião, classe social, cultura...
Logo, amar é um grande desafio! Deus deseja que amemos e que busquemos a unidade fraterna, pois só assim poderemos chegar ao fim de nossa caminhada na plenitude e na glória do Senhor. Busquemos o amor!!!
Crise dos jovens começa na família
O coordenador nacional da Pastoral Juvenil, Padre Luis Rosário, referiu-se esta semana aos principais males que afetam a juventude dominicana e afirmou que “neste momento a maior crise da humanidade está na família”.O sacerdote explicou que a família perdeu seu caráter sagrado e por isso os jovens se caracterizam “pela falta de esperança, o baixo nível acadêmico, o escasso desenvolvimento e a pouca capacidade para aumentar suas rendas”.
O Pe. Rosário afirmou também que o consumo de drogas aumentou no país, principalmente porque a sociedade tornou-se mais complacente e indiferente. “O amor é o único que vale e que tudo o mais é lixo”, afirmou o presbítero e acrescentou que “falta aos jovens lançar-se a buscar outros horizontes”.
Por outro lado, o sacerdote referiu-se à clonagem humana e explicou que os avanços tecnológicos se tornaram um perigo para o ser humano. “Em definitiva, os avanços do ser humano, da ciência, da tecnologia são um passo atrás para a humanidade, daquilo que parecia ser o domínio do ser humano sobre a natureza”, afirmou o Pe. Rosário.
“Por isso postulamos o que chamados a construção da civilização do amor. Se não se avança por aí, por mais tecnologia, ciências, discotecas, Internet e o que possa vir depois, não há saída para a humanidade, e quando digo para a humanidade, me refiro a cada pessoa, porque cada pessoa é a que tem que ser feliz”, concluiu o sacerdote.
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